Dostoievski
Fiodor Mikhailovich Dostoievski nasceu em 1821, perdeu a mãe muito jovem e o pai assassinado. Começou a escrever aos 23, foi preso por participar de reuniões subversivas, passou nove anos excluso, onde começou seus escritos de sucesso até chegar em 1866 com “Crime e Castigo”. Sua última obra, “Irmãos Karamazov” foi considerado por Freud como o maior romance de todos os tempos. Pósfácil recomenda ambos, o primeiro, indispensável.
Dostoievsky é uma literatura inesgotável, com labirintos que podemos percorrer por caminhos diferentes dependendo da idade em que a lemos. “Os Demônios” ou “Os Pocessos”, por exemplo, é um romance que antecipa, de modo ao mesmo tempo lúcido e delirante, o regime totalitário que veio a imperar na Rússia. “O Duplo” é um estudfo angustiante da psicose, mas não como caso psiquiátrico, e sim como algo que acomete o ser humano comum que vive solitário em uma sociedade formalizada e entravada. Mas há também “O Adolescente”, belo romance que li quando jóvem. Enfim, um autor para nos acompanhar por toda a vida.
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